Meucotidiano Weblog

Falo a lingua dos loucos porque não conheço a mórbida coerência dos lúcidos.

Fique atento onde estacionar – Reveillon Salvador dezembro 26, 2013

Filed under: Sem-categoria — meucotidiano @ 10:56 pm

Quem preferir ir de carro aos shows de final de ano que vai acontecer na Praça Cairu, no Comércio, a Prefeitura está criando locais alternativos. As opções são os estacionamentos São Raimundo, no Vale dos Barris, Barroquinha e Castro Alves. Já a zona azul vai funcionar em toda a extensão da pista da direita da avenida da França; na Rua Miguel Calmon, entre a Rua da Bélgica e a Praça da Inglaterra; e na Rua Portugal.

Por Adriana Planzo

 

Prefeitura monta esquema emergencial de saúde para a festa de Reveillon

Filed under: Sem-categoria — meucotidiano @ 10:52 pm

saúdeEm regime de plantão, 120 profissionais e uma ambulância do Samu vão participar do esquema emergencial de saúde montado pela prefeitura para a festa de Réveillon de Salvador. Outras cinco ambulâncias de referência vão atender as localidades do Centro Histórico, Canela, Campo Grande e Avenida Centenário. Na Praça Cairu, onde acontece os festejos, uma unidade móvel com 16 leitos vai contar com seis médicos plantonistas e mais de 40 profissionais da equipe. De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde, serão empregadas 43 ambulâncias e 11 unidades de emergência, sendo duas com atendimento odontológico em brotas e no dique, e 15 bases descentralizadas do Samu.

Por Adriana Planzo

 

Transalvador divulga amanhã as modificações no trânsito para o Reveillon dezembro 19, 2013

Filed under: Sem-categoria — meucotidiano @ 9:20 pm

SALVADOR TERÁ UM FIM DE ANO DIFERENCIADO EM 2013 E COM A EXPECTATIVA DE GRANDE PÚBLICO PARA OS QUATRO DIAS DE FESTA DO REVEILLON DE SALVADOR, A TRANSALVADOR MONTA ESQUEMA ESPECIAL PARA O TRÂNSITO. DE ACORDO COM O SUPERITENDENTE DO ÓRGÃO, FABRIZZIO MULLER, O OBJETIVO É FACILITAR O ACESSO DA POPULAÇÃO À PRAÇA CAIRU, NA CIDADE BAIXA, ONDE VÃO ACONTECER OS FESTEJOS.

A AVENIDA CONTORNO SERÁ FECHADA A PARTIR DO SOLAR DO UNHÃO E NA CIDADE BAIXA SERÃO INTERDIATAS A PRAÇA DA INGLATERRA E A LADEIRA DA MONTANHA. NOS DIAS DE FESTA O ACESSO ESTARÁ FECHADO A PARTIR DAS CINCO DA TARDE, COM EXCESSÃO PARA O DIA PRIMEIRO DE JANEIRO, QUANDO A REGIÃO FICA INTERDITADA A PARTIR DA TRÊS HORAS.

E AMANHA, O ÓRGÃO DE TRANSITO DEVE DIVULGAR O ESQUEMA ESPECIAL PARA O TRANSPORTE PÚBLICO.

Adriana Planzo

 

Reveillon de Salvador Surpreende com grande atrações dezembro 18, 2013

Reveillon de Salvador Surpreende com grande atrações

Muito se falou a respeito das atrações anunciadas antecipadamente pela mídia para o Reveillon da capital baiana, só que agora é pra valer, atrações confirmadas e a Prefeitura de Salvador aposta em uma festa de ponta para disputar com o Rio de Janeiro o título de melhor Reveillon do Brasil.
A virada de 2014 contará com 18 atrações em quatro dias de festa. E pela primeira vez, o ano novo será celebrado na Praça Cairu (Cidade Baixa), um dos mais belos cartões postais da cidade.
Anote a programação e escolha os dias para curtir essa festa que garante ser uma explosão de alegria!

Programação Completa:
Domingo (29)
Filhos de Jorge
Jú Moraes
Araketu
Paralamas do Sucesso
Aviões do Forró

Segunda-feira (30)
Muzenza
Baiana System
Nando Reis
Claudia Leitte
Anitta

Terça-feira (31)
Saulo
Gal Costa
Caetano
Gilberto Gil
Pablo

Quarta-feira (1º)
Ylê Aiyê
Olodum
Daniela Mercury e convidados

 

“Eu Nunca Quis Um Amor Perfeito (Jaque Barbosa) maio 9, 2012

Filed under: Sem-categoria — meucotidiano @ 12:22 am

Ainda que fosse só a boa conversa, a química eletrizante, o sexo livre. Ainda que fosse só a atração física, a admiração das ideias ou os beijos encaixados.
Você já me valeria a pena.
Mas não é. Tem isso e ainda todo o resto. Escuto as pessoas se queixarem repetidamente que o amor completo anda escasso no mercado. Encontra-se, às vezes, só a beleza, a afinidade ou o sexo inesgotável. Falta o resto. Ou ainda, a paciência, o companheirismo, o aconchego. Mas a incompletude, ainda sim, reina. E os pessimistas, dizem que não é possível achar alguém do jeitinho que você quer. Alguém que te complete, que te baste, que te encante repetidamente. Eu, insisto no contrário. Porque amores incompletos, não saciam a fome. É como uma dieta só de proteína – você se sustenta por um tempo, se engana, inventa que o buraco no estômago está saciado – bebe água, fuma um cigarro. Mas, a falta de carboidrato, cedo ou tarde, pega. E você volta pro início.
Eu nunca quis um amor perfeito.
Sempre quis mesmo foi um amor cheio de erros, que vão sendo alinhados durante o caminho. Porque se tudo já começa certo, não vive-se o prazer da vitória.
Sempre quis um amor quentinho, daqueles de aconchego no fim de tarde, de colo depois de um dia de cão, de beijo no nariz ao acordar.
Sempre quis um amor livre – sem a ideia desajustada que um pertence ao outro. Com menos regras ditadas – e mais pontos de vista ouvidos.
Sempre quis alguém com o qual pudesse fazer sexo sem regras – em nome das descobertas. Porque sexo bom de verdade, é aquele com instinto e sem razão.
Sempre quis um amor com respeito. Não daquele tipo das “moças de respeito” que querem seu patrimônio corporal preservado. Sempre quis aquele respeito que te permite ver o outro como um outro ser – cheio de vontades e desejos. Respeito é aceitar que o outro é diferente de você.
Sempre quis um amor que me fizesse crescer. Por que o essencial, faculdade nenhuma ensina. O essencial aprende-se na troca de ideias, no debate, nos pontos de vista trocados.
Sempre quis um amor que me valorizasse. Não somente pelas coisas cotidianas, mas principalmente pelas qualidades que poucos enxergam.
Sempre quis um amor que me enxergasse. Mas não que enxergasse somente as coisas óbvias – porque, de obviedades, a vida está cheia. Sempre quis alguém que me enxergasse lá no fundo – e, ainda, sim, gostasse de mim.
Sempre quis alguém que quisesse ouvir verdades – e falar, também, na mesma proporção. Porque meias-verdades não interessam. Difícil mesmo é achar alguém que esteja pronto pra ouvir até o mais pesado, até o mais doído e retribuir na mesma moeda.
Sempre quis alguém que me achasse gostosa – mas que entendesse que gostosura, mora mesmo nas entrelinhas.
Sempre quis um amor que me mostrasse caminhos – invés de impor trajetórias.
Sempre quis um amor que não me reprimisse – pelo contrário, que me provocasse para que eu conseguisse mostrar o que vive escondido lá no fundo.
Sempre quis um amor que sonhasse. E que corresse atrás dos sonhos comigo. Não por imposição, mas por vontade de seguir a mesma trilha.
Sempre quis alguém que não tivesse jeito pra joguinhos. Porque deles, eu já me desencantei na adolescência.
Sempre quis alguém que me ganhasse nos detalhes. Alguém no qual eu não conseguiria resistir. Alguém que trouxesse brilho pros meus olhos a cada nova atitude, a cada nova ideia a cada novo sorriso.
Sempre quis alguém pra ficar junto – alguém que entendesse que pra estar junto não é preciso estar perto o tempo todo, mas sim do lado de dentro. Por que a proximidade física nem sempre completa tanto quanto a do coração.
E não sei se foi por insistência ou merecimento – mas esse amor veio antes do esperado, contrariando os que diriam que amor completo é coisa rara. E hoje, entendo, que o amor bom é o amor livre – que se recicla todos os dias como energia renovável. O quanto vai durar – não sei. Prefiro a provisoriedade completa, do que a permeabilidade vazia.”

 

Odeio Ser Segundo Plano abril 12, 2012

Filed under: Sem-categoria — meucotidiano @ 12:14 pm

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TEXTO DE: Virgínia Maria 
Sou uma mulher como qualquer outra que tem sonhos, se apaixona, gosta de viver um amor intensamente… e que também já levou um fora. Isso tem se tornado assunto corriqueiro nas rodas femininas: Os homens definitivamente não querem nada com nada? Não têm atitude? Ou fogem de qualquer relação mais séria? Esse é o comentário geral.
Mas ainda acho que o maior problema está em nós, mulheres inteligentes, bonitas, bem resolvidas profissional e financeiramente. Nós sabemos o tempo todo que eles não estão a fim da gente, mas fazemos de tudo para preservar a relação. Me dê um motivo para perder tempo com a pessoa errada, com alguém que simplesmente não quer saber de você? Nós mulheres temos uma imaginação invejável.
Os homens são radicais e não constroem castelos? Nós não, somos capazes de arrumar qualquer desculpa para aquele telefonema que não foi dado, para aquele encontro que não aconteceu. Eu sei porque também já fiquei plantada esperando. Não importa a idade que você tenha, se é casada, solteira, viúva ou separada. Certamente isso já aconteceu com você. Ou não? Quando o cara não está a fim ele deixa claro. E quando está, ele demonstra. Imagina se ele vai deixar de te ligar por qualquer motivo que seja, ou pior, te deixar sentada no sofá olhando fixamente para o telefone? Nunquinha.
Um homem quando está verdadeiramente interessado se empenha, não se importa com o que os outros vão pensar ou comentar. Ele demonstra com atitudes. E fazem coisas lindas, se superam, demonstram com todo o coração. Eu costumo dizer que o homem não é complicado, ele sempre deixa claro seu interesse ou não. Nós é que damos sempre outra versão porque encarar a realidade dói, frusta e nos deixa de cama. Sim, vamos para a cama depois de um fora. Com eles não. Podem até sofrer por uma desilusão, mas ainda conseguem sair para um bar e afogar as mágoas com os amigos. Porque homem é assim. Tenho uma amiga que diz preferir uma ressaca de tequila ao ter que escutar “você não é a mulher perfeita pra mim”. Como se isso fosse a pior coisa para se falar e para se escutar. Não é. Melhor levar um fora e chorar três dias seguidos do que alimentar uma relação que só existe na sua cabeça.
Tenho visto mulheres se empenharem tanto para o relacionamento dar certo que os homens quase não precisam fazer absolutamente nada. E quase sempre são relações nada gratificantes. Mesmo assim, a mulher tem a maior dificuldade do mundo para aceitar que aquele homem está mais preocupado com a variação do dólar do que em agradá-la com uma atitude simples como um telefonema carinhoso no meio do dia. Homens que não demonstram carinho, atenção, respeito, não estão a fim e na verdade só faltam gritar para a mulher entender. A gente prefere acreditar que ele não apareceu porque precisou levar a avó ao pronto-socorro, passar a noite com ela e esqueceu o celular em casa, do que encarar o fato de que se não telefonou foi porque não sentiu vontade.
Todo mundo merece ser feliz. Mas enquanto nos envolvemos em relações que patinam o tempo todo, enquanto arrumamos mil desculpas para situações que nos frustam, a pessoa certa não aparece. Isso mesmo. Nós mulheres podemos arrumar todas as desculpas do mundo para aquele cara que vive cansado, que não tem tempo para sair com vocë, que recém separado não está preparado para se envolver novamente, para o telefonema que não aconteceu no final de semana. Mas não podemos arrumar desculpa para o nosso coração, porque ele é sincero, te revela a verdade o tempo todo. A gente sabe, mas não quer entender. Sabe como? Tenha a certeza de que no momento em que nós pararmos de inventar desculpas para aquela belezura, certamente ele desapareceá das nossas vidas. Ainda bem.É preciso se libertar das amarras para conhecer novos horizontes.

Aquele homem não é o único do mundo. E ficar sozinha um tempo muitas vezes é necessário.
O homem ideal aparece na vida de um mulher no momento em que ela está com o pensamento voltado para qualquer outra coisa, menos para ele.
O amor da sua vida surge quando não existe mais um resquício de ansiedade no seu coração e quando tudo o que você precisa é se olhar no espelho e se achar a mulher mais bonita do planeta.
A sua cara metade existe. E ela está aí em algum lugar desse mundo esperando te encontrar.
Não desperdice tempo com alguém que não te valoriza, isso é literalmente perda de tempo. E além do mais, use as armas que tem nas mãos: feeling, charme, beleza, inteligência, bom humor e acima de tudo auto-estima.

E espere… Quando você menos esperar, acontece!!!
 

Eu nunca quis um amor perfeito (Jaque Barbosa) setembro 26, 2011

Filed under: Sem-categoria — meucotidiano @ 7:21 pm

Recebi esse texto hoje pelo Twitter e fiquei encantada! Deliciem-se

Ainda que fosse só a boa conversa, a química eletrizante, o sexo livre. Ainda que fosse só a atração física, a admiração das ideias ou os beijos encaixados.

Você já me valeria a pena.
Mas não é. Tem isso e ainda todo o resto. Escuto as pessoas se queixarem repetidamente que o amor completo anda escasso no mercado. Encontra-se, às vezes, só a beleza, a afinidade ou o sexo inesgotável. Falta o resto. Ou ainda, a paciência, o companheirismo, o aconchego. Mas a incompletude, ainda sim, reina. E os pessimistas, dizem que não é possível achar alguém do jeitinho que você quer. Alguém que te complete, que te baste, que te encante repetidamente. Eu, insisto no contrário. Porque amores incompletos, não saciam a fome. É como uma dieta só de proteína – você se sustenta por um tempo, se engana, inventa que o buraco no estômago está saciado – bebe água, fuma um cigarro. Mas, a falta de carboidrato, cedo ou tarde, pega. E você volta pro início.

Eu nunca quis um amor perfeito.
Sempre quis mesmo foi um amor cheio de erros, que vão sendo alinhados durante o caminho. Porque se tudo já começa certo, não vive-se o prazer da vitória.

Sempre quis um amor quentinho, daqueles de aconchego no fim de tarde, de colo depois de um dia de cão, de beijo no nariz ao acordar.

Sempre quis um amor livre – sem a ideia desajustada que um pertence ao outro. Com menos regras ditadas – e mais pontos de vista ouvidos.

Sempre quis alguém com o qual pudesse fazer sexo sem regras – em nome das descobertas. Porque sexo bom de verdade, é aquele com instinto e sem razão.
Sempre quis um amor com respeito. Não daquele tipo das “moças de respeito” que querem seu patrimônio corporal preservado. Sempre quis aquele respeito que te permite ver o outro como um outro ser – cheio de vontades e desejos. Respeito é aceitar que o outro é diferente de você.

Sempre quis um amor que me fizesse crescer. Por que o essencial, faculdade nenhuma ensina. O essencial aprende-se na troca de ideias, no debate, nos pontos de vista trocados.

Sempre quis um amor que me valorizasse. Não somente pelas coisas cotidianas, mas principalmente pelas qualidades que poucos enxergam.

Sempre quis um amor que me enxergasse. Mas não que enxergasse somente as coisas óbvias – porque, de obviedades, a vida está cheia. Sempre quis alguém que me enxergasse lá no fundo – e, ainda, sim, gostasse de mim.
Sempre quis alguém que quisesse ouvir verdades – e falar, também, na mesma proporção. Porque meias-verdades não interessam. Difícil mesmo é achar alguém que esteja pronto pra ouvir até o mais pesado, até o mais doído e retribuir na mesma moeda.

Sempre quis alguém que me achasse gostosa – mas que entendesse que gostosura, mora mesmo nas entrelinhas.

Sempre quis um amor que me mostrasse caminhos – invés de impor trajetórias.

Sempre quis um amor que não me reprimisse – pelo contrário, que me provocasse para que eu conseguisse mostrar o que vive escondido lá no fundo.

Sempre quis um amor que sonhasse.  E que corresse atrás dos sonhos comigo. Não por imposição, mas por vontade de seguir a mesma trilha.
Sempre quis alguém que não tivesse jeito pra joguinhos. Porque deles, eu já me desencantei na adolescência.

Sempre quis alguém que me ganhasse nos detalhes. Alguém no qual eu não conseguiria resistir. Alguém que trouxesse brilho pros meus olhos a cada nova atitude, a cada nova ideia a cada novo sorriso.

Sempre quis alguém pra ficar junto – alguém que entendesse que pra estar junto não é preciso estar perto o tempo todo, mas sim do lado de dentro. Por que a proximidade física nem sempre completa tanto quanto a do coração.

E não sei se foi por insistência ou merecimento – mas esse amor veio antes do esperado, contrariando os que diriam que amor completo é coisa rara. E hoje, entendo, que o amor bom é o amor livre – que se recicla todos os dias como energia renovável. O quanto vai durar – não sei. Prefiro a provisoriedade completa, do que a permeabilidade vazia.