Meucotidiano Weblog

Falo a lingua dos loucos porque não conheço a mórbida coerência dos lúcidos.

Triste maio 30, 2011

Filed under: Sem-categoria — meucotidiano @ 1:27 am

Como pode o dia vira noite de uma hora pra outra? É assim que me sinto…no escuro! Precipitada, exagerada, desequilibrada, intensa, transitória, ciumenta, VERDADEIRA. Quando senti que alguma coisa havia mudado meus dias que estavam tão sem graça, tão sem emoção, não pensei duas vezes…é isso que eu quero, vou superar meus medos, vou me permitir, me jogar de cabeça.  Talvez devesse manter o equilíbrio e me precaver para as armadilhas do coração. Nem sempre as coisas são como gostaríamos que fosse, e os sentimentos nem sempre são correspondidos da forma que esperamos, na mesma intensidade.

Não sei se devo me orgulhar ou me arrepender de ter sido tão desmedida. Por mais que doa, por mais que eu esteja ferida, decepcionada, magoada…sei que vai passar! Guardo tudo que foi bom: paixão, amor, carinho, desejo, admiração, saudades…até a saudade agora não me parece tão ruim! Transformar um sentimento tão intenso em amizade. Não sei se consigo fazer isso de imediato, mais vou tentar…que o tempo me ajude, me devolva a esperança e seque as lágrimas que insistem em me visitar todas as noites!

 

Como é doce o amor (Sandra Maia) maio 18, 2011

Filed under: Sem-categoria — meucotidiano @ 2:29 am

Gosto muito dos textos da Sandra Maia e me identifico com algumas coisas desse texto então resolvi posta-lo

Como é gostoso estar em uma relação de amor onde dois interagem de forma apaixonada, delicada e cheia de gentileza e respeito. Como é bom amar e ser amada. Como é bom experimentar essa certeza de que – sim – aconteça o que acontecer, o outro estará lá para nós! Melhor ainda é ver casais jovens ou mais velhos vivendo essa experiência.

Sabe aquela coisa do olho no olho!? Aquele abraço que não quer desgrudar, aquelas conversas que alimentam a alma, o ser, aquela relação que no mantemos porque é bom!? Porque escolhemos? Porque queremos!?

É, caro leitor. Isso não tem preço.

E, se acontece nos romances, no cinema, nas telenovelas, acontece também na vida. E entendo que a maneira de começar uma relação faz toda a diferença. Se temos urgência, temos pressa, queremos esquecer um outro qualquer, queremos resolver nossos problemas, seja de que ordem for, talvez não tenhamos sucesso a longo prazo…

Esquecemos a parte boa. Vamos logo para o “finalmente” e deixamos de prestar atenção em nós, no outro, no ser. Começamos, nesse contexto, com uma troca de interesses que nem sempre tem como base o amar, o entregar-se de corpo e alma, o escolher uma parceria para uma vida. Está mais para ficar ou, ainda, dar e cobrar o receber na mesma moeda, da mesma maneira – o que nem sempre é possível.

Mas vamos voltar ao encantamento… As relações que dão certo! O que quero crer é que muitas dessas relações cheias de um amor quase incondicional demandam um tempo para se concretizar. Um casamento não é construído do dia para a noite. Uma relação de amor tão pouco.

Inteiros

É preciso que estejamos inteiros. É preciso que o outro esteja inteiro. É preciso que haja uma escolha diária. Depois, há que usar e abusar da sedução,  do despertar no outro tudo o que queremos que este perceba em nós. Seja pelo andar, pelo falar, por tudo o que emanamos e que nos retrata. E, para que isso seja possível a auto-estima tem de estar no lugar. A auto-confiança idem.

Precisamos estar plenos para, então, encantar um outro também pleno. Vale compreender que, enquanto seduzimos, precisamos deixar para o outro uma brecha, um espaço para que se sinta à frente da conquista. Sim! Assim como gostamos e queremos ser conquistadas, está na essência do masculino essa característica.

E, então, se seduzir demanda não mostrar tudo de uma só vez, é mais leve, mais estratégico, conquistar é como ir a uma batalha. Está tudo às claras, todas as armas são declaradas, toda a força é permitida…

Vale aqui uma reflexão. Será que começamos nossas relações com a calma necessária para que a entrega seja um acontecimento? Será que nos damos esse tempo? Será que olhamos para dentro, entendemos o que estamos sentindo com tempo para também observar o outro?!

Será que se fizéssemos diferente teríamos mais êxito? Mais sucesso em nossas possibilidades?

Faça uma reflexão comigo. Será que a estratégia de Steve Jobs da Apple para o iPhone teria tanto sucesso se este fosse vendido por aí, à baciada? Será que o iPad teria o sucesso que tem se fosse encontrado em qualquer esquina por qualquer preço!? Será que se a embalagem não fosse absolutamente perfeita e clássica, o produto seria assim tão desejado!?

Pois é! No marketing fica fácil compreender que despertar o desejo faz parte do processo de construção de marcas fortes. Na vida pessoal entendo não ser muito diferente. E, então, qual vai ser a sua escolha?! Na próxima saída, será que dá para pegar leve?! Dá para ir devagarinho meio que pisando em ovos até se ter a certeza do passo a tomar!? Por que o desespero? Por que a pressa?

Fazer escolhas nem sempre é fácil. Demanda força, disciplina, estratégia e, acima de tudo, a compreensão de onde estamos e para onde queremos ir. Então, saber quem vamos querer que nos acompanhe fica mais fácil.

Escolhas, sempre escolhas…

 

O amor voltou! maio 14, 2011

Filed under: Sem-categoria — meucotidiano @ 3:30 am

Engraçado que quando a gente menos espera alguém entra no nosso caminho e começa a fazer parte da nossa historia…

Uma noite  entre amigas, bate papo descontraido, risadas descomprometidas e o relógio marcou 1 hora da manhã. Hora de mudar os ares e dançar, não imaginava o que o destino havia preparado pra mim! Lugar escuro, apertado, cheio de gente indo e vindo e ELE veio,  na minha direção, pediu licença e elogiou meu sorriso. Apesar do som alto pude observar um sotaque diferente e naquele momento algo já havia me chamado a atenção.

O destino começava a ser traçado, conversas, sorrisos, toques leves e derrepente todos sumiram, só havia eu e ELE. O primeiro beijo me arrancou do chão, palpitou meu coração e eu senti que alguma coisa tinha acontecido comigo, só não imaginava seria tão forte a ponto de despertar sentimentos que durante um bom tempo eu preferi deixar adormecido,  esquecido, ou talvez tivesse perdido o prazer de senti-lo novamente. A vontade que eu tinha era de eternizar aquele momento, parar o relógio, congelar tudo.

Demorei de dormir! Aquela noite não saiu do meu pensamento e eu me perguntava, será que ainda nos veremos? Será que foi tão especial pra ELE como foi pra mim?

Marcamos no dia seguinte e a expectativa era que as  horas passassem voando,  que o telefone tocasse anunciando a ligação tão esperada, queria sentir tudo aquilo de novo! Reencontra-lo e aproveitar o pouco tempo que nos restava.

Quando ELE apareceu na minha frente, me senti como uma adolescente, coração disparado,  mãos suando, lábios tremulos e aquele frio nos estômago que denuncia: Paixão

Tivemos a chance de nos conhecer melhor, conversar, entender as expectativa e anseios de cada um, pude sentir  verdade nas suas palavras, sinceridade…qualidade que busco insessantemente. A distância ia nos separar dentro de algumas horas e apesar do desejo que transbordava nos olhos e corpos eu me contive e com o coração pequenininho nos despedimos. Na minha cabeça aquela deveria ser a ultima vez que nos encontrariamos, mais meu coração já sabia que isso não era mais possível.

SAUDADE…ela me fez perceber o quanto ELE fazia falta na minha vida! Meus pensamentos foram invadidos por lembranças e eu percebi como era bom me sentir “assim”.

Músicas, desabafos, planos e uma dúvida- Vale a pena? Depois de 1 mês e alguns dias, nos seus braços eu só tinha uma certeza: CADA SEGUNDO DO SEU LADO ESTÁ VALENDO A PENA!

 

ENCERRANDO CICLOS fevereiro 16, 2011

Filed under: Sem-categoria — meucotidiano @ 12:56 am

Sempre é preciso saber quando uma etapa chega ao final…

Se insistirmos em permanecer nela mais do que o tempo necessário, perdemos a alegria e o sentido das outras etapas que precisamos viver.

Encerrando ciclos, fechando portas, terminando capítulos. Não importa o nome que damos, o que importa é deixar no passado os momentos da vida que já se acabaram.

Foi despedida do trabalho? Terminou uma relação? Deixou a casa dos pais? Partiu para viver em outro país? A amizade tão longamente cultivada desapareceu sem explicações?

Você pode passar muito tempo se perguntando por que isso aconteceu…

Pode dizer para si mesmo que não dará mais um passo enquanto não entender as razões que levaram certas coisas, que eram tão importantes e sólidas em sua vida, serem subitamente transformadas em pó. Mas tal atitude será um desgaste imenso para todos: seus pais, seus amigos, seus filhos, seus irmãos, todos estarão encerrando capítulos, virando a folha, seguindo adiante, e todos sofrerão ao ver que você está parado.

Ninguém pode estar ao mesmo tempo no presente e no passado, nem mesmo quando tentamos entender as coisas que acontecem conosco.

O que passou não voltará: não podemos ser eternamente meninos, adolescentes tardios, filhos que se sentem culpados ou rancorosos com os pais, amantes que revivem noite e dia uma ligação com quem já foi embora e não tem a menor intenção de voltar.

As coisas passam, e o melhor que fazemos é deixar que elas realmente possam ir embora…

Por isso é tão importante (por mais doloroso que seja!) destruir recordações, mudar de casa, dar muitas coisas para orfanatos, vender ou doar os livros que tem.

Tudo neste mundo visível é uma manifestação do mundo invisível, do que está acontecendo em nosso coração… e o desfazer-se de certas lembranças significa também abrir espaço para que outras tomem o seu lugar.

Deixar ir embora. Soltar. Desprender-se.

Ninguém está jogando nesta vida com cartas marcadas, portanto às vezes ganhamos, e às vezes perdemos.

Não espere que devolvam algo, não espere que reconheçam seu esforço, que descubram seu gênio, que entendam seu amor. Pare de ligar sua televisão emocional e assistir sempre ao mesmo programa, que mostra como você sofreu com determinada perda: isso o estará apenas envenenando, e nada mais.

Não há nada mais perigoso que rompimentos amorosos que não são aceitos, promessas de emprego que não têm data marcada para começar, decisões que sempre são adiadas em nome do “momento ideal”.

Antes de começar um capítulo novo, é preciso terminar o antigo: diga a si mesmo que o que passou, jamais voltará!

Lembre-se de que houve uma época em que podia viver sem aquilo, sem aquela pessoa – nada é insubstituível, um hábito não é uma necessidade.

Pode parecer óbvio, pode mesmo ser difícil, mas é muito importante.

Encerrando ciclos. Não por causa do orgulho, por incapacidade, ou por soberba, mas porque simplesmente aquilo já não se encaixa mais na sua vida.

Feche a porta, mude o disco, limpe a casa, sacuda a poeira. Deixe de ser quem era, e se transforme em quem é. Torna-te uma pessoa melhor e assegura-te de que sabes bem quem és tu próprio, antes de conheceres alguém e de esperares que ele veja quem tu és…

E lembra-te:

Tudo o que chega, chega sempre por alguma razão.

 

Fernando Pessoa

 

O poder da rejeição (Sandra Maia) dezembro 2, 2010

Filed under: Sem-categoria — meucotidiano @ 1:27 am

Conversando com algumas pessoas eu percebi que realmente a rejeição tem um poder absurdo e pode trazer consequencias horríveis para a vida das pessoas. Navegando na net achei mais um dos ótimos textos de Sandra Maia e resolvi postar para que as pessoas reflitam e tenham o poder de dizer NÃO… Palavrinha tão pequena e tão difícil de ser dita as vezes né?

É incrível o poder da rejeição e o poder que damos aos que, de alguma forma, nos rejeitam, nos desacreditam, nos fazem ser e sentir menos! Que poder damos a esses toda vez que têm um algo a nos dizer – e que “sem querer” nos menospreza, nos ridiculariza, nos faz mal!

É incrível mesmo. Poderia ficar aqui horas a fio descrevendo como podemos ser atacados e como isso nos transforma em vítimas… Mas o problema é pior! Pois toda vez que aceitamos qualquer desses comentários desagradáveis, ele passa a ser nosso e o poder de nos incomodar, do outro.

O que acontece é que, quer aceitemos ou não, temos sempre a opção de dizer NÃO! Não aceito que fale dessa forma comigo! Não me faz bem ouvir seus comentários! Você me faz sentir muito mal toda vez que… Enfim, temos que aprender a trazer o poder de volta! Ele é nosso. E não podemos deixar que outros sejam nossos parceiros, amigos, colegas, etc, etc e continuem a nos presentear com lindos “cavalinhos de tróia”.

Devolva
Por isso, se receber um comentário maldoso – irônico e/ou sarcástico – não aceite. Devolva para quem lhes deferiu o golpe. Caso chegue um “presentinho de grego” nem sequer abra – não lhe pertence. Uma vez, ouvindo um lama, ele nos disse: “Quando alguém lhe dá um presente, ele é de quem? Mas se não aceitar…”

Não precisamos de fato continuar a engolir e engolir tudo o que nos chega. Principalmente aquilo que faz mal… Sei que muitos de vocês fariam qualquer coisa para defender seus amigos, filhos, maridos, amantes parceiros etc, etc… É da natureza humana proteger aqueles que entendem como mais fracos. Agora por que não com você mesmo? Porque não se proteger, não se dar o poder, não ser você mesmo?

É verdade que tudo isso acaba por nos incomodar no que temos de pior: nosso ego, nossa vaidade, nossa vocação para ser eternas vítimas e, assim, manter nossos algozes por perto… Gostaria de lhe dizer, entretanto, que ninguém, ninguém no mundo merece esse tipo de relação.

Saia de perto
Assim, se qualquer uma das pessoas que estiverem o seu lado se caracterizar como aquela que bate, saia de perto! Fuja desse tipo de relação! É destrutivo! Não faz bem a ninguém – ao algoz, que se ressente de sua atitude, e à vítima, que leva sempre o pior.

Não precisamos de fato de viver dessa forma. A vida já é complexa, e o mundo mais ainda. Que possamos então trazer para o nosso entorno pessoas saudáveis, queridas, cheias de amor para dar e também abertas a receber. Pessoas que nos aceitam como somos e que nos estimulam a buscar formas de transformação dentro do nosso ritmo, das nossas possibilidades no momento.

Vamos, por fim, mudar nosso repertório – nossa forma de lidar com o outro e com vida. Podemos, sim, escolher não viver mais a rejeição. Podemos, sim, escolher quem trazemos para perto…

 

Sagitário novembro 23, 2010

Filed under: Sem-categoria — meucotidiano @ 12:30 am

Entramos no último mês da Primavera. O Sol visita Sagitário, signo do elemento Fogo. Sagitário ama a liberdade e tem o olhar sempre voltado para o futuro. A maioria das pessoas já tem seus planos para o ano seguinte, seja no campo profissional ou em termos de resoluções pessoais. Muitos já escolheram o lugar onde pretendem passar as férias ou, ao menos, esperam se divertir e descansar durante o Verão. Sagitário tem a expectativa do tempo que está para chegar.

O principal mito associado ao signo de Sagitário é o Centauro – uma criatura que numa metade é humana, e na outra tem o corpo de um cavalo. O Centauro é um arqueiro que atira suas flechas querendo estender sua sabedoria sempre para mais longe, em busca de objetivos de maior alcance. A flecha liga-se a esta transcendência cognitiva, mas apesar disso não temos ainda a noção exata de onde nossa jornada irá nos levar, pois não sabemos exatamente onde a flecha cairá. Por isso, Sagitário tem uma imensa necessidade de compreender e lidar com conceitos abstratos. Crenças, teorias e doutrinas morais e filosóficas servem de norte na busca de experiência ao longo de nossa biografia, possibilitando que atribuamos sentido ao que vivemos. Nós somos livres para escolher o caminho que quisermos.

Os sagitarianos geralmente são pessoas de horizontes mais amplos, desprezando questões menores e rotineiras. É que Sagitário pensa adiante e enxerga longe, preferindo temas de maior dimensão. Sua metade cavalo diz respeito justamente a essa capacidade de cobrir distâncias (e desejos) com uma ânsia de realização e satisfação muito maior do que a média das pessoas ousa propor a si mesma.

Sagitário precisa de espaço e liberdade para cruzar distâncias e este é o signo dos grandes viajantes. São pessoas com algum grau de desprendimento do lugar de origem, de forte espírito aventureiro e um profundo interesse em conhecer lugares longínquos. Devido a sua proeminência intelectual, costuma ser grande o interesse em povos e culturas alheias, bem como a existência de alguma facilidade para a assimilação de línguas ou costumes e hábitos estrangeiros. Duas das profissões associadas ao signo de Sagitário são a do antropólogo e a do missionário: viajantes que se lançam a lugares recônditos para estabelecerem contatos com outros povos, assimilarem a sua cultura e trazerem de volta, para o lugar de origem, essas histórias e o conhecimento lá adquirido.

Este amor à liberdade, porém, pode criar dificuldades para que os sagitarianos adaptem-se a esquemas mais disciplinados de rotina e trabalho. Muitos costumam desviar-se de suas responsabilidades imediatas e compromissos assumidos. Por outro lado, a busca do deleite e dos prazeres pode ser um dos motivos desse desvio. Muitos bon vivants e don juans possuem ênfase sagitariana, sendo apreciadores de aventuras e conquistas amorosas.

A força extraordinária do Centauro, de origem animal/bestial, precisa ser projetada conscientemente pela metade humana, para que seja possível enriquecer através das experiências que vivemos ao longo da vida, elevando o saber. É quando Sagitário precisa domesticar o cavalo que traz dentro de si. Domado o desejo e a sensualidade que muitas vezes fazem com que a altivez sagitariana caia no grotesco e no vulgar, o curso de autopropulsão e bonança ao qual o signo se relaciona pode ser plenamente atingido.

Sagitário, devido ao arquétipo sugerido pelo Centauro, percebe a vida de forma extremamente claustrofóbica, não suportando os limites e os “cercadinhos” os quais as pessoas comuns colocam em torno de si para se sentirem seguros. A segurança, para Sagitário, é poder cobrir uma extensa dimensão de território, seja ele físico, emocional ou cognitivo. Quando o Sol está em Sagitário, as pessoas desejam viajar, sair da rotina, aprender coisas novas, sair para festas, eventos, ir ao cinema, ler… começam a dedicar uma maior parte do seu tempo a atividades que ampliem os seus horizontes.

Todavia, também existe um outro tipo de sagitariano: o professor ou sacerdote. Este, ligado às teorias do conhecimento ou doutrinas religiosas, possui grande capacidade de argumentação e defende com unhas e dentes os seus princípios. Este é o mestre pregador, divulgador de ideias e de sua visão de mundo específica. Uns, são canais de uma inspiração entusiasmada, levando outras pessoas a adquirirem sabedoria, justiça e desenvolvimento espiritual. Outras, contudo, querem impor a “sua” verdade, imaginando-se modelos superiores da existência humana e senhores de uma razão que, no fundo, se revela autoritariamente ideológica. Este último representa um lado negativo de Sagitário.

Como o signo anterior, Escorpião, representa a ruptura com uma ordem estagnada que cria um novo estado de coisas, Sagitário irá ocupar-se da criação de um corpo de valores e leis que tragam evolução e nobres conceitos a essa realidade posterior. Sua ânsia de criar uma visão de mundo superior e estabelecer uma crença, contudo, pode levar ao estabelecimento de dogmas e pressupostos indiscutíveis.

Sagitário é regido pelo planeta Júpiter, que no passado era conhecido como o “Grande Benéfico” por espalhar bênçãos e generosidade onde quer que se encontrasse. Este é um signo, portanto, cujos nativos possuem uma boa dose de sorte e, por isso mesmo, costumam ter fé na vida. São pessoas otimistas e entusiasmadas. Etimologicamente, a palavra entusiasmo significa estar com Deus. É Sagitário quem trará a esperança depois do mergulho escorpiano nas profundezas de si mesmo e das outras pessoas.

 

Autoconhecimento reduz a barreira entre razão e emoção outubro 11, 2010

Filed under: Sem-categoria — meucotidiano @ 12:20 am

Muitas situações podem ser evitadas quando conhecemos nossos sentimentos

Quantas vezes diante de determinadas situações ou problemas apresentamos, apresentamos determinadas reações e depois não entendemos o porquê? Quando nos conhecemos a fundo aprendemos a distinguir quais emoções norteiam nossas ações cotidianas.

Não nos damos conta, mas desde os primeiros anos de vida vamos desenvolvendo como forma de defesa, mecanismos que nos impedem de entrar em contato com emoções muito fortes (tristeza, solidão, felicidade, dor, angústia) como forma de proteção.

Entretanto, vamos ficando tão protegidos que chega um momento em que se torna bem difícil perceber quais emoções são evocadas durante os acontecimentos cotidianos e porque tomamos determinadas atitudes ou agimos de certas formas.

Como consequência dessa barreira construída, temos uma vida vazia e sem sentido, que muitas vezes é vivida de forma automática e rotineira. O ponto negativo de viver dessa forma é escutar apenas o outro, seguir padrões externos e não dar ouvidos a nossa própria vontade, opinião e necessidade.

Quem tem acesso a suas emoções, mas não tem instrumentos para lidar com elas, vive constantemente a angústia de tentar silenciá-las internamente a qualquer custo. Junto com a angústia, a pessoa também carrega a culpa de estar sempre errado, a insegurança sobre como externar as emoções, o medo de fazer o que quer e contrariar o outro, o receio de ser mau visto pela sociedade e de ser julgado pelos seus atos.

Através do autoconhecimento é possível reduzir a barreira entre a emoção e a razão para que sejamos capazes de reconhecer e desenvolver instrumentos para lidar com nossas habilidades, emoções, desejos, necessidades, tristezas, mágoas e sofrimentos. Consequentemente a angustia e a ansiedade são aplacadas e dão lugar a segurança, maturidade, tranquilidade, equilíbrio, auto-estima e amor próprio.

Se você está se sentindo angustiado, sem esperança, confuso, triste ou com as emoções congeladas, busque métodos capazes de lhe ajudar a desenvolver o autoconhecimento, pois ele é fundamental para que a vida ganhe um sentindo e um novo significado.

Por especialistas- publicado no site yahoo

 

Você mudou… setembro 29, 2010

Filed under: Sem-categoria — meucotidiano @ 1:36 am

Colaboradora com passe livre no BLOG: Simônica Capistrano

Em uma dessas noites silenciosas e tranqüilas você pode descobrir o quanto cresceu nos últimos meses, semanas, dias… e o quanto você amadureceu. Um processo difícil e contínuo, que exige muito mais de si que dos outros.

Entre um livro e outro, uma revista de economia e política, um caderno com folhas em branco e fone nos ouvidos você pode descobrir o quanto você mudou, o quanto você passou a depender pouco dos outros.

Você passa a não esperar mais telefonemas animados de uma amiga de reggae em plena sexta-feira, a voz suave de um ex-namorado te convidando para sair ou de um affair* atual, nem mesmo de um ente familiar. Nada disso mais importa.

Chega uma hora que você aprende a ser só, e mais nenhuma lágrima de solidão, melancolia passam a fazer parte da sua rotina. Você se torna dura, inflexível, mas sensata. Firme e persistente. Começa a pensar na carreira, no futuro e a olhar dentro do seu próprio eu. Não se trata de egoísmo, mas sim de encarar o mundo sob outro prisma: o de que as pessoas que você mencionou acima, neste momento estão pensando nelas mesmas e fazendo o que as fazem felizes, enquanto VOCÊ, só aprendeu o mesmo, porém preferiu o silêncio ao invés das palavras. Ai que você nota o quanto VOCÊ MUDOU!!!

*Expressão inglesa usada para designar uma pessoa com a qual não se tem uma relação estável. O mesmo que ficante (gíria popular), paquera.

 

Essencial- O valioso tempo dos maduros setembro 24, 2010

Filed under: Sem-categoria — meucotidiano @ 12:22 am

Contei meus anos e descobri que terei menos tempo para viver daqui para frente do que já vivi até agora.

Tenho muito mais passado do que futuro. Sinto-me como aquele menino que recebeu uma bacia de cerejas. As primeiras ele chupou displicente, mas percebendo que faltam poucas, rói o caroço.

Já não tenho tempo para lidar com mediocridades. Não quero estar em reuniões onde desfilam egos inflamados. Inquieto-me com invejosos tentando destruir quem eles admiram, cobiçando seus lugares talentos e sorte.

Já não tenho tempo para conversas intermináveis, para discutir assuntos inúteis sobre vidas alheias que nem fazem parte da minha.

Já não tenho tempo para administrar melindres de pessoas que, apesar da idade cronológica, são imaturas.

Detesto fazer acareação de desafetos que brigaram pelo majestoso cargo de secretário-geral do coral.

As pessoas não debatem conteúdos, apenas rótulos.

Meu tempo tornou-se escasso para debater rótulos, quero a essência, minha alma tem pressa…

Sem muitas cerejas na bacia, quero viver ao lado de gente humana; que sabe rir de seus tropeços, não se encanta com triunfos, não se considera eleita antes da hora, não foge de sua mortalidade.

Quero caminhar perto de coisas e pessoas de verdade. o essencial faz a vida valer a pena. E para mim, basta o essencial!

Mário de Andrade (1893-1945)


 

Felicidade e tristeza também setembro 16, 2010

Filed under: Sem-categoria — meucotidiano @ 2:09 am

Em tempos de orkut e msn, onde a exposição de nossas vidas são intensas, deparo-me diariamentecom várias pessoas que deixam as famosas “frases de guerra” que mostram se estão ou não on line, se estão de alguma forma querendo chamar atenção ou até mesmo aquelas que se dizem ocupadas, mas que não deixam de estar on line. Estas frases são na maioria das vezes para expressar a felicidade que estão sentindo no momento: Podem estar amando ou estão felizes, porque a dor da perda de um relacionamento, começa a ser uma coisa do passado ou até nada disso -  a pessoa esta feliz e pronto. Só não da pra levar a sério aquelas que tem que gritar para o mundo ESTOUUUU FELIZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZ !!!!!!!!!!! Fico matutando: Porque as pessoas querem estar felizes 24 horas por dia ? Porque esta necessidade de mostrar aos outros esta tão absoluta felicidade, porque tanta exposição ??? Acho esta procura desesperada pela felicidade e esta necessidade ilimitada de dizer que se esta feliz, mostra que a pessoa que escreve esta sentindo-se  na realidade muito mal.
Eu não quero ser feliz o tempo todo não, Deus me livre. Necessito as vezes da tristeza, necessito as vezes de decepções, necessito ver um filme onde o final me traga lágrimas ao meus olhos ou ler a carta de despedida do poeta Mário de Sá Carneiro antes de cometer o suicidio. Rubem Alves fala que TRISTEZA rima com BELEZA. Para mim não existe nada mais lógico que: Precisamos da tristeza para que sejamos pessoas felizes, alegres. Uma pessoa feliz  24 hoas por dia, nunca entenderá a beleza da tragédia de Romeu & Julieta de Shakespeare, nem ficara emocionado com as cartas que Fernado Pessoa mandava para sua namorada Ophelia, nunca verá Em busca do ouro de Chaplin, como uma comevente história de amor e muito menos ficará emocionado com uma música recentemente gravada por Paul McCartney chamada THE END OF THE END, onde ele escreve o modo que ele deseja, que todos que o amem, portem-se no dia de sua morte.
Tenho um forte componente depressivo em meu ser. Creio que em maior ou menos grau, todas as pessoas também possuem. Isso não atrapalha de maneira nenhuma as alegrias de minha vida, mas preciso muito da tristeza em alguns momentos, para ser feliz. Preciso de momentos onde eu fique so com minha solidão, curtir ser um NÃO FELIZ. Preciso da tristeza para pensar mais em Deus. Muitas pessoas que estão ou se dizem FELIZESSSSSSSSSSSSSSSSSSSS, não tem tempo para lembrar de Deus oa contrario de que quando encontram-se numa pior, ele é o primeiro a ser lembrado e tome promessa de deixar de fumar, ir na missa, etc. em troca da felicidade. HIPÓCRITAS….
Não tenho necessidade de mostrar a ninguém que estou feliz e aliás, quando vejo estas frases exageradas de pessoas que mostram estarem extremamente felizes, desconfio é que elas não estão é nada bem e ficam negando a tristeza. Mal sabem que quanto mais negarem a tristeza, mais distante da felicidade elas irão ficar.

 

 
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